Visita do vice-Ministro dos negocios extrangeiros da Hungria Angola

Angola/Hungria: Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros considera importante reforço das relações entre povos

Luanda - O reforço das relações e das ligações entre os povos de Angola e da Hungria são o aspecto "mais importante" na cooperação entre os dois países afirmou, hoje (segunda-feira), em Luanda, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio Externo da Hungria, Lászlo Szabó.

 

O diplomata falava à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos apos a sua chegada a Luanda, para uma visita de três dias destinada ao relançamento das relações de cooperação entre Angola e aquele Estado membros da União Europeia.

Segundo o diplomata, esta visita vai permitir a apresentação da Hungria actual como um bom destino turístico e facilitar as relações constantes e regulares entre os dois povos, além de trazer mais negócios aos dois lados.

Outro dos objectivos da deslocação do vice-ministro Lászlo Szabó a Luanda prende-se com a possibilidade da assinatura de um acordo de cooperação, que visa redinamizar as relações bilaterais.

Considerou o facto de “Angola se encontrar actualmente numa fase de diversificação da economia, que depende sobretudo do petróleo”, poder usufruir de várias oportunidades de negócios a oferecer pela Hungria.

De acordo com o vice-ministro, a Hungria tem uma agricultura mecanizada avançada e pode fornecer material agrícola e maquinaria, além das trocas nas áreas de construção de infraestruturas, recuperação de equipamento militar, transferência de tecnologia, telecomunicações e tecnologias de informação.

A República de Angola e a Hungria estabeleceram relações diplomáticas a 8 de Abril de 1977, com a assinatura de um Acordo de Cooperação Económica, Técnico-Científico e Cultural.

Angola: Educação e ensino devem ser prioridade na cooperação bilateral, diz embaixadora na Hungria

Luanda - A embaixadora de Angola na República da Hungria, Lizeth Satumbo Pena, defendeu hoje (segunda-feira), em Luanda, o reforço das relações bilaterais com aquele país, com prioridade nas áreas da educação e ensino.


Lizeth Pena - Embaixadora de Angola na Hungria

A diplomata falava à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, onde se deslocou a fim de apresentar os cumprimentos de boas-vindas ao vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Comercio Externo da Hungria, Lászlo Szabó, que se encontra no país, em visita de trabalho de três dias, no âmbito do reforço da cooperação bilateral.

Para Lizeth Pena, a cooperação deve estender-se a esses domínios “tendo em conta o prestígio das escolas hungaras e o seu potencial tecnológico", que podem ser enquadrados no âmbito planos nacionais do governo de Desenvolvimento e de Formação de Quadros, sem descorar a agricultura e a saúde.

A República de Angola e a Hungria estabeleceram relações diplomáticas a 8 de Abril de 1977, com a assinatura de um Acordo de Cooperação Económica, Técnico-Científico e Cultural.

Foto: portal.angop.ao

Angola e Hungria estudam mecanismos para incremento da cooperação

Luanda - O incremento da cooperação bilateral, nos mais variados níveis, entre as repúblicas de Angola e da Hungria esteve em análise hoje (terça-feira), em Luanda, durante um encontro entre a secretária de Estado da Cooperação do Mirex, Ângela Bragança, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio Externo deste país europeu, Lászlo Szabó.


Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio Externo da Hungria, Lászlo Szabó

Em declarações à imprensa no final do encontro, a secretária de Estado da Cooperação realçou a importância da cooperação entre os dois países.

Ângela Bragança salientou o facto de, já no passado, este país ter ajudado Angola.

A secretária de Estado para a Cooperação disse que equipas técnicas irão trabalhar, agora, para analisar ainda onde tiverem mais-valias para realizar efectivamente esta cooperação.

Porém, manifestou o regozijo das autoridades angolanas pelo interesse deste país em participar do processo de formação de quadros nacionais.

Já em relação à intenção das autoridades deste país em abrir uma embaixada em Luanda, argumentou que é um mecanismo diplomático que vai ajudar na intensificação das relações entre os dois países.

Deu ainda a conhecer que a parte húngara manifestou a disponibilidade de acolher, no seu mercado, produtos angolanos  como porta para entrada no mercado europeu.

Ainda em relação ao que se pretende, disse que “não são só trocas comerciais que queremos, mas igualmente a transferência de tecnologia”.

Entre os documentos em negociação, referiu-se ao Acordo de Supressão de Vistos e o Acordo de Cooperação Técnica.

Por sua vez, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio, Lászlo Szabó, disse que esteve também em abordagem a abertura, num futuro muito breve, da embaixada deste país em Luanda, o que  contribuirá para o incremento da cooperação entre os  dois países.

Referiu que, durante o encontro foram definidas áreas como a da saúde, agricultura, dos transportes públicos, entre outras, como as de principal incidência para a cooperação nos próximos anos.

Reforçou que o seu país não pensa só nas trocas comerciais, mas também na criação de postos de trabalho.

Por outro lado, enalteceu também, a política de diversificação da economia angolana do Executivo angolano.

Angola: Hungria reabre Embaixada em 2016

Luanda - A República da Hungria vai reabrir a sua embaixada em Angola, em 2016, para melhor desenvolver as relações bilaterais e de cooperação entre os dois Estados, afirmou hoje (segunda-feira), em Luanda, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comercio Externo daquele país, Lászlo Szabó.

O diplomata húngaro revelou a informação à Angop, momentos apos a sua chegada a capital angolana, onde se encontra à frente de uma delegação multi-sectorial, para uma visita oficial de três dias, com vista o reforço das relações de cooperação.

Segundo o visitante, apesar de as actuais relações bilaterais estarem a ser “redinamizadas com as conversações já existentes para a abertura da embaixada no primeiro semestre de 2016, as conversações a manter em Luanda poderão ajudar a definir a data”, justificou.

Nesta sua primeira visita a Angola, Lászlo Szabó vai anunciar a estratégia da Hungria no alargamento da sua cooperação, “tendo em conta as oportunidades de negócios e de crescimento que o continente oferece”.

“Nós acreditamos que devemos melhorar as nossas relações, daí que temos que abrir uma embaixada cá em Angola”, reafirmou, tendo acrescentado que, “de facto, o governo de Angola está aberto e vamos debater o reforço das nossas relações”.

Recordou que, depois do encerramento da antiga embaixada da Hungria em Angola e com o fim da “Guerra Fria”, as relações entre os dois países têm-se desenvolvido através do embaixador da Hungria na África do Sul, que se desloca regularmente a Luanda.

Hungria convidada a investir em Angola

Fonte Jornal de Angola |
16 de Junho, 2015


Fotografia: Domingos Cadência

Angola tem condições para melhorar o ambiente de negócios, disse, ontem, em Luanda, o administrador para a área Técnica e Jurídica da Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP),  durante um encontro com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Hungria , Lászio Azabó, que se encontra em Angola em visita oficial.

José Chinjamba convidou, na altura,  a Hungria a fazer parte do processo de diversificação da economia angolana. “As condições estão criadas para que os países amigos participem no desenvolvimento que se deseja para Angola”, afirmou o administrador da ANIP, que falava em nome da  presidente da instituição.
José Chinjamba informou a delegação húngara do quadro legal  para o investimento privado em Angola, e salientou que nos próximos meses a ANIP pode abraçar um novo quadro jurídico, que visa melhorar o sistema de investimento no país. “Angola precisa de captar mais investimentos nacionais e estrangeiros, tendo em vista a diversificação da economia”.
Com base nisso, disse, Angola lançou-se num programa para a diversificação da economia, acrescentando que o país está aberto a investimentos nacionais e estrangeiros nos sectores dos transportes, hotelaria e turismo, construção, agricultura e tecnologias de informação. José Chinjamba defendeu uma maior intervenção do empresariado húngaro no mercado angolano, salientando que os homens de negócios daquele país da Europa do Leste devem trazer para Angola capital, conhecimento, e participar de forma activa no processo da diversificação da economia.
Sublinhou que os investimentos do Executivo, em termos de infra-estruturas ferroviárias e portuárias, também estão a ser afectados pela baixa do preço do petróleo.
 Lászio Azabó manifestou-se optimista quanto ao reatamento da cooperação bilateral, nas áreas da agricultura, tecnologia de informação, transportes e desportos. “A Hungria tem experiência  em bases de dados hospitalares, dados do censo populacional e tem máquinas e sementes para incentivar actividades agrícolas”, disse, acrescentando que a Hungria está disponível para transmitir a sua experiência a Angola nos mais variados domínios. Lászio Azabó confirmou a abertura da Embaixada húngara em Angola no próximo ano, após a assinatura de um acordo de cooperação.
O vice-ministro  dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Hungria conclui amanhã a visita a Angola, acompanhado pela embaixadora de Angola na Hungria,  Lizeth Satumbo Pena, e altos funcionários do Ministério húngaro das Relações Exteriores.Lászlo Szabó  reúne-se com os ministros da Economia, Abraão Gourgel, e da Agricultura, Afonso Pedro Canga, e com a secretária de Estado para a Cooperação, Ângela Bragança.

Proposto à Hungria reforço das relações

Jornal de Angola |
17 de Junho, 2015


Fotografia: M. Machangongo

Uma nova dinâmica nas relações de cooperação, para estabelecer uma parceria que garanta vantagens recíprocas para as economias de Angola e da Hungria, foi ontem proposta, em Luanda, pela secretária de Estado da Cooperação, ao vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio Externo da Hungria, László Szabó.

Ângela Bragança fez a proposta durante um encontro com László Szabó e entende  que os dois países  devem definir um caminho seguro para fortalecer e estreitar os laços de amizade e de cooperação.
“Toda a perspectiva de cooperação para Angola assenta na diversificação e desenvolvimento, com prioridade para as infra-estruturas, energia, água, agricultura, indústria transformadora e extractiva, saúde, educação e formação de quadros”, disse Ângela Bragança, que anunciou que o Ministério das Relações Exteriores está a analisar, com os diferentes sectores, o Acordo de Cooperação Económica e Técnica proposto pelo Hungria, para conferir maior objectividade e dinâmica à cooperação.
Para a secretária de Estado da Cooperação, Angola e a Hungria são países estáveis e podem cooperar em várias áreas, buscando vantagens recíprocas e mais-valias que privilegiem a cooperação política e cultural, aproximando assim os respectivos povos.
Para Angola, disse Ângela Bragança, a cooperação não se deve restringir às trocas comerciais, mas alcançar uma abrangência que optimize  os resultados, sobretudo que assegure a formação tecnológica.
A secretária de Estado da Cooperação informou o vice-ministro húngaro que o Plano Nacional de Desenvolvimento para 2013-2017 estabelece os projectos estruturantes que garantem a diversificação da economia, a sustentabilidade económica e a progressiva melhoria das condições sociais.

Objectivos comuns

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio Externo da Hungria, László Szabó, disse que o seu país quer incentivar a cooperação no domínio económico entre os dois países, privilegiando as áreas da Agricultura, Saúde e Transportes Públicos. “Com investimentos húngaros em Angola podemos criar mais postos de trabalho”. Depois de elogiar a política do Executivo sobre a diversificação da economia, László Szabó salientou que existem entre Angola e a Hungria objectivos comuns, com destaque para a troca de experiência económica, cooperação na área da Agricultura, Transportes Públicos, Defesa, Ciências e Tecnologias.
O vice-ministro húngaro falou da possibilidade de criação de uma comissão mista económica, para lançar as bases de uma cooperação mais ampla entre os empreendedores angolanos e húngaros e anunciou para Novembro deste ano a realização, em Budapeste, do fórum económico África-Hungria, e convidou Angola para participar no encontro.
O objectivo da Hungria é fortalecer as relações com os países onde existe grande estabilidade como é o caso de Angola, referiu o governante húngaro, que anunciou para breve a abertura da embaixada do seu país em Angola.

 

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