Economia

A economia de Angola caracterizava-se, até à década de 1970, por ser predominantemente agrícola, sendo o café a sua principal cultura. Seguiam-se-lhe a cana-de-açúcar, sisal, milho, óleo de coco e amendoim. Entre as culturas comerciais, destacavam-se o algodão e o tabaco. A produção de batata, arroz, cacau e banana era relativamente importante. Os maiores rebanhos eram de gado bovino, caprino e suíno.

Angola é rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro; possui também jazidas de cobre, manganês, fosfatos, sal, mica, chumbo, estanho, ouro, prata e platina.

Com a pacificação do País, Angola ensaia vários projectos nos domínios político, social e económico, no sentido de reorganizar as esferas da sociedade, dotando-a de ferramentas capazes, para alavancar o País a grandes níveis de crescimento, rumo ao desenvolvimento. Dentre os projectos, destaca-se o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND). Assim, terminado o período da materialização (2013-2017) do PND elaborado pelo Executivo angolano, que encontra sustentabilidade em três pilares - a saber: estabilidade (política, económica e social), crescimento (aumento da oferta de bens e/ou serviços de qualidade para satisfazer as necessidades do cidadão) e emprego (aumento de unidades de produção de bens e ou serviços) -, avaliar-se-á o grau de execução do mesmo, e os resultados produzidos terão necessariamente reflexos na sociedade.  

É relevante sublinhar que, o Governo angolano ao iniciar uma série de reformas na área legislativa pretende dar sinais aos investidores nacionais e estrangeiros de que o quadro legal e a economia angolana caminham no sentido da sustentabilidade e da diversificação.

O facto de um enorme potencial a nível energético, agrícola e de projectos de conectividade Angola ter a nível das vias de transporte e comunicação, aliada à estabilidade política e macroeconómica, à melhoria de acesso aos mercados de financiamento internacionais e uma população que se estima crescer, esses factos permitem incentivar os investimentos nos mais variados domnínios da economia angolana.

Quem visita Angola, descobre hoje um novo país. Mais dinâmico e seguro, com estabilidade política e económica. Do ponto de vista de desenvolvimebto, Angola está a viver o momento mais próspero da sua história. O País reorganizou-se para dar início ao seu processo de reconstrução. Angola reúne as características de um País com grande potencial de desenvolvimento.

A estabilidade política e económica abriu novas e excelentes oportunidades para se investir no País. Em síntese, todos os aspetos sociais, económico e político são favoráveis ao progresso. É assim que Angola apresenta a sua nova realidade ao mundo: todos a trabalhar hoje, para todos crescerem juntos amanhã.

Nos últimos anos foram criadas condições para que o País iniciasse um processo de reformas, e Angola está progressivamente percorrendo o caminho do desenvolvimento. O País oferece uma ampla gama de oportunidades de negócios que o torna extremamente interessante em face de outras realidades do continente africano. O Governo está levando a cabo um processo de reforma macroeconómica baseado numa política de atração de investimentos estrangeiros.

A Nova Lei do Investimento Privado (NLIP) foi recentemente publicada através da Lei n.º 20/11, de 20 de Maio. A NPIL revogou a anterior Lei de Bases do Investimento Privado (Lei n.º 11/03, de 13 de Maio), assim como as disposições da Lei sobre os Incentivos Fiscais e Aduaneiros ao Investimento Privado (Lei n.º 17/03, de 25 de Julho) que não possam ser compatibilizadas com a NLIP. A NLIP aplica-se apenas aos “investimentos privados qualificados”, i.e., investimentos cujo montante seja igual ou superior a USD 1 milhão.

Investimentos de montante inferior a USD 1 milhão, embora possam ser realizados, não estarão sujeito à NLIP nem gozarão dos benefícios e prerrogativas nela previstos, como sejam o direito a repatriar lucros e / ou dividendos e a possibilidade de serem elegíveis para efeitos da atribuição de incentivos fiscais e aduaneiros. Os projetos de investimento aprovados nos termos da antiga Lei do Investimento Privado continuam a ser regidos pela lei (e contrato, caso exista) em vigor na data em que foram aprovados. Contudo, os incentivos fiscais e aduaneiros obtidos por referência a esses projetos não poderão ser prorrogados.

Para mais informações, visite o Site da Agência Nacional para os Investimentos Privados (ANIP) http://www.anip.co.ao.

Feiras em Angola

Cada ano, no mês de Julho, realiza-se em Luanda, capital da Angola, a FILDA (Feira Internacional de Luanda) organizada pela Associação dos Industruais (AIA - Associação Industrial de Angola), que é a principal montra expositiva e bolsa de negócios do país, veículo promocional importante para as empresas que desejem apresentar-se pela primeira vez ou consolidar a própria presença comercial no mercado.

A FENAPRO (Feira de Produção Nacional) é uma outra manifestação prevalentemente nacional, que ocorre anualmente no mês de Novembro, na mesma cidade de Luanda, também organizada pela AIA.

Além disso, há uma feira especializada no sector agro-industrial, a EXPO-Huíla, que acontece anualmente na cidade de Lubango, organizada pela Associação Agro-pecuária Comercial e Industrial da Huíla.

 

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